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Início      Colunistas      Renato Menze - Coluna Reflexões
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Coluna Reflexões
 
Renato Menze
Perfil
 
Profº Renato Luiz Menze
Técnico em contabilidade - Colégio Estadual Barão de Antonina Rio Negro - Pr
Licenciado em Letras - Federação das Fundações Educacionais do Contestado
Especialista em Metodologia  do Ensino e Avaliação - Universidade do Contestado
Formação em Gestão Escolar - Udesc
Projetos Educacionais no Ensino e Aprendizagem - Univille
Educação, Escola e Aprendizagem - Ibedep
Reflexões sobre os Sistemas Linguísticos - Acaped
Participante de vários congressos e seminários voltados à educação de qualidade
Atualmente leciona no educandário Dom Gregório Warmeling - Baln. Barra do Sul - SC
 
 
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Sua Publicações e Comentários 
 
Transcender
 
          No útero da vida, nossos ascendentes, projetam planos de vida completos, magníficos, para cada um de nós. Todos se alegram quando chega um ser no seio familiar. É motivo de regozijo, júbilo, se renovam as esperanças na matéria!
          Os verões passam e nos fortalecemos cada vez mais para conviver com os desafios que a vida nos impõe. Ao deixarmos a casa dos pais achamos que podemos com tudo e com todos.
          Cada passagem temporal tem as suas berlindas: crença, descrença, futil, bonança, miséria, solidária, enfim, a qual construímos e propagamos.
          Os projetos materiais que nossos pais vislumbraram para nós foram dos mais simples aos mais mirabolantes. Tínhamos que ser vencedores em tudo. Não podíamos fracassar, senão poderiam também sentirem-se fracassados. Muitas vezes, até nosso próprio nome tinha uma correlação com algo ou alguém de sucesso na vida.
          Os verões foram se passando, e nós fomos desfrutando de todas as benesses, prazeres, que a vida nos oferecia. Em algumas ocasiões não filtrávamos os desprazeres que ela mesma nos impunha. Porém, nos era mostrado superficialmente o sentido real da vida pelo grupo social em que estávamos inseridos. Sem justificativas, pois cada um tem a sua e em seu tempo. Que éramos, e somos, finitos. Que existe uma vida mais completa, plena e realizável em outra dimensão. Que só há um Ser em todos os tempos, que lega-nos o infinito com a Sua graça. E que morreu por nós! Mas não é tempo de falarmos de morte, mas sim de vida, e vida plena e em abundância. Situação Una para vivermos infinitamente. É tempo de reencontrar-mo-nos com o nascimento, ou renascimento do Filho do homen, que se fez humilde para nos reconfortar das nossas misérias humanas. Que podemos ser Unos com Ele e nossas vidas ganharão outro significado, outra dimensão. Deixemos a futilidade, o vazio existencial na sola de nossos pés, e peçamos fé, esperança, solidariedade, AMOR. E é isto que Ele veio nos ensinar, o AMOR INCONDICIONAL PELO PRÓXIMO. Só o AMOR É REAL!
          Busquemos todos, este Deus que habita em cada um de nós e multipliquemos Seus dons e carismas. Falemos de vida e lutemos por ela.
Adeus injustiça!
          Um feliz e espirituoso natal, e um novo porvir com novas realizações, alegres, entusiastas,esperançosas, solidárias, igualitárias.
Abraços, e até 2012.
 
Renato Luiz Menze
 
Dezembro 2011.

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FORMAÇÃO CIDADÃ


Sejam bem vindos à um dos episódios mais drásticos da história catarinense, amigos.
Este governo autocrático,inábil, truculento, irresponsável, marginal, falacioso, passou para outra sigla (psd - pode ser desfeito) dia 10/07 p.p., falando em democracia, governo voltado para o povo ordeiro e trabalhador, falando manso e coitadismo, tentando sensibilizar os menos desavisados nas entrelinhas do discurso. No entanto, o povo não se esqueça que a EDUCAÇÃO está na UTI das prioridades sociais mostrando como as verbas educacionais são desviadas, opressão contra professores e alunos, desobediência à ordem pública (desobediência às LEIS), mentiras na mídia com o dinheiro público, tiranias em todos os níveis e formas, contrariando o lema de campanha: EM PRIMEIRO LUGAR AS PESSOAS! Pode-se acreditar em uma pessoa assim? Não. É muita mentira deslavada e irresponsabilidade com o futuro das novas gerações dos jovens catarinenses.
Convido a todos a uma reflexão frente a esta situação e que tomem um posicionamento contra a tirania e a opressão. O regime de exceção já acabou!?
Companheiros(as) de chão de sala, A LUTA CONTINUARÁ ATÉ QUE ESSE DES-GOVERNO RESPEITE A CONSTITUIÇÃO ESTADUAL E FEDERAL, SUAS LEIS E PRECEITOS.
"O HOMEM NASCE COM SEUS INSTINTOS, E A SOCIEDADE O EDUCA OU APRISIONA".
Que Deus tenha compaixão destes usurpadores.
 
07/2011
 
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“Indiguinação”

     A palavra certa é INDIGNAÇÃO”, claro!  Mas a professora Eroni Martins, de Santa Rosa do Sul, envia esta magnífica contribuição, de autor desconhecido, com o título “INDIGUINAÇÃO”.  O texto é longo, mas merece reflexão.   Segue mensagem “Aprendizado”, extraída do “you tube”, por ela enviada.
“INDIGUINAÇÃO”
Diz uma história que numa cidade apareceu um circo, e que entre seus artistas havia um palhaço com o poder de divertir, sem medida, todas as pessoas da platéia e o riso era tão bom, tão profundo e natural que se tornou terapêutico.
Todos os que padeciam de tristezas agudas ou crônicas eram indicados pelo médico do lugar para que assistissem ao tal artista que possuía o dom de eliminar angústias.
Um dia, porém, um morador desconhecido, tomado de profunda depressão, procurou o doutor.
O médico então, sem relutar, indicou o circo como o lugar de cura de todos os males daquela natureza, de abrandamento de todas as dores da alma, de iluminação de todos os cantos escuros do nosso jeito perdido de ser.
O homem nada disse, levantou-se, caminhou em direção à porta, e quando já estava saindo, virou-se, olhou o médico nos olhos, e sentenciou:
“não posso procurar o circo… aí está o meu problema : eu sou o palhaço”.
Como professor, vejo que, às vezes, sou esse palhaço, alguém que trabalha para construir os outros e não vê resultado muito claro daquilo que faz.
Digo isso, até em tom de desabafo, porque vejo que cada dia mais meus alunos se gabam de desonestidades.
Os que passam os outros para trás são heróis e os que protestam são otários, idiotas ou excluídos, é uma total inversão dos valores.
Vejo que alguns professores partilham das mesmas idéias, e as defendem em sala de aula e na sala de professores e se vangloriam disso.
Essa idéia vem me assustando cada vez mais, desde que repreendi, numa conversa com alunos, o comportamento do cantor Zeca Pagodinho, no episódio da guerra das cervejas e quase todos disseram que o cantor estava certo, tontos foram os que confiaram nele.
“O importante professor é que o cara embolsou milhões”, disse-me um; outro: “daqui a pouco ninguém lembra mais, no Brasil é assim, e ele vai  continuar sendo o Zeca, só que um pouco mais rico”, todos se entreolharam e riram, só eu, bobo que sou, fiquei sem graça.
O pior é quando a gente se dá conta  de que no Brasil é assim mesmo, o que vale é a lei de Gérson: “o importante é levar vantagem em tudo”.
(Lei de Gérson… dá para rir…)
A pergunta é: Sem  trabalho produtivo é possível, usando a  lógica, que todo mundo ganhe ? Sem o trabalho honesto, para alguém ganhar é óbvio que alguém deverá  perder.
A lógica é guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado;
é enrolar a aula fingindo que a matéria está sendo dada;
é fingir que a apostila está aberta na matéria dada, mas usá-la como apoio enquanto se joga forca, batalha naval ou jogo da velha;
é cortar a fila do cinema ou da entrada do show;
é dizer que leu o livro, quando ficou só no resumo ou na conversa com quem leu;
é marcar só o gabarito na prova em branco, copiado do vizinho, alegando que fez as contas de cabeça;
é comprar na feira uma dúzia de quinze laranjas;
é bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba;
é brigar para baixar o preço mínimo das refeições nos restaurantes universitários, para sobrar mais dinheiro para a cerveja da tarde;
é arrancar as páginas ou escrever nos livros das bibliotecas públicas;
é arrancar placas de trânsito e colocá-las de enfeite no quarto;
é trocar o voto por empregos, pares de sapato ou cestas básicas;
é fraudar propaganda política mostrando realizações que nunca foram feitas.


Essa é a lógica da perpetuação da burrice.
Quando um país perde, todo mundo perde.
E não adianta pensar que logo bateremos no fundo do poço, porque o poço não tem fundo.
Parafraseando Schopenhauer: “Não há nada tão desgraçado na vida da gente que ainda não possa ficar pior”.
Se os desonestos brasileiros voassem, nós nunca veríamos o sol.
Felizmente há os descontentes, os lutadores, os sonhadores, os que querem manter o sol aceso, brilhando e no alto.
A luz é, e sempre foi, a metáfora da inteligência.
No entanto, de nada adianta o conhecimento sem o caráter.
Que nas escolas seja tão importante ensinar Literatura, Matemática ou História quanto decência, senso de coletividade, coleguismo e respeito por si e pelos outros.
Acho que o mundo (e, sobretudo, o Brasil) precisa mais de gente honesta do que dos pseudo literatos, historiadores ou matemáticos.
Ou o Brasil encontra e defende esses valores e abomina Zecas, Gérsons, e todos os marketeiros que chamam desonestidades flagrantes de espertezas técnicas, ou o Brasil passa de país do futuro para país do só furo.
De um Presidente da República espera-se mais do que choro e condecoração a garis honestos, espera-se honestidade em forma de trabalho e transparência.
De professores, espera-se mais que discurso de bons modos, espera-se que mereçam o salário que ganham (pouco ou muito) ministrando a  honestidade.
A honestidade não precisa de propaganda, nem de homenagens, precisa de exemplos.
Quem plantar joio, jamais colherá trigo.
Quando reflexões assim são feitas, cada um de nós se sente o palhaço perdido no palco das ilusões.
A gente se sente vendendo o que não pode viver, não porque não mereça, mas porque não há ambiente para isso.
Quando seria de se esperar uma vaia coletiva pelo tombo, pelo golpe dado na decência, na coerência, na credibilidade, no senso de respeito, vemos a população em coro delirante gritando “bis” e, como todos sabemos, um bis não se despreza.
Então, uma pirueta, duas piruetas, bravo ! bravo ! E vamos todos rindo e afinando o coro do “se eu livrar a minha cara o resto que se dane”.
Enquanto isso, o Brasil de irmã Dulce, de Manuel Bandeira, do Betinho, de Clarice Lispector, de Chiquinha Gonzaga e de muitos outros heróis anônimos que diminuíram a dor desse país com a sua obra, levanta-se, caminha em silêncio até a porta, vira-se e diz:
“Esse é o problema…
eu sou o palhaço
 
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A desgraça ambiental de São Francisco do Sul

Por Geovani Machado de Miranda

01 de julho de 2011

Linguado, peixe limpo e que se cria em alta profundidade no mar aberto. Na região o criadouro natural do peixe linguado ficava em um canal na parte de traz da ilha de São Francisco do Sul – SC e chegava há 45 metros de profundidade. O argumento usado para o fechamento do canal do linguado no início dos anos 30, quando iniciou a ditadura de Getúlio Vargas, foi o de trazer a fábrica da Mercedes caminhões para Joinville/SC, por isso a imposição do fechamento do canal do linguado para a passagem dos caminhões que seriam fabricados em Joinville e deveriam ser levados ao porto de São Francisco do Sul para serem exportados para Europa, e outros países.

O primeiro mandato de Getúlio Vargas foi de 1930 até 1945, logo no começo do seu mandato (1932), Getúlio Vargas foi trazido há Joinville e São Francisco do Sul para ver o projeto da instalação da fábrica da Mercedes caminhões, e todos os detalhes da fabricação até a exportação dos veículos.

O interventor do estado de Santa Catarina na ditadura de Getúlio Vargas era Nereu Ramos, que foi contra o fechamento do canal do linguado. Só na terceira investida de empresários e lideranças da região, que desejavam trazer a fábrica da Mercedes caminhões para Joinville e com o aval de Getúlio Vargas, foi autorizada a obra.

Na hora da canetada (decreto nº 22.749, de 24 de maio de 1933), Nereu Ramos disse o seguinte: “Assino junto com a ordem de serviço a desgraça de São Francisco do Sul e de Joinville”. O fechamento do canal do linguado foi feito por mais de 400 operários que trabalharam na construção e, durante 18 meses, providenciaram também a construção da rodovia, atual BR-280. No fechamento foram retiradas as pedras da ilha cumprida entre a ilha de São Francisco do Sul e o continente, estas pedras eram colocadas em balsas de madeiras e depois afundadas no meio do canal, assim sucessivamente até que houve o fechamento por inteiro em uma obra de engenharia rudimentar até mesmo para a época. Foi inaugurado em 21/10/1935.

(Nota – A ponte Hercílio Luz é uma das maiores pontes pênseis do mundo e a maior do Brasil e teve sua construção iniciada em 14 de novembro de 1922 e foi inaugurada a 13 de maio de 1926.)

Conclusão – o canal foi fechado, a fábrica da Mercedes caminhões não veio, o argumento foi um pretexto para o fechamento do canal do linguado, que por este ato a Baía Babitonga acumula hoje mais de 100 milhões cúbicos de lama e sujeira. Pelo rio cachoeira que deságua na Baía Babitonga, existe um acumulo de metais pesados como chumbo, que em contato com ácido sulfúrico, que há anos empresas da região despejam no ar, podem causar a chuva negra ou chuva ácida, como houve no Japão após a segunda guerra mundial devido a bomba atômica despejada em Hiroshima e Nagasaki.

O canal do linguado tem que ser reaberto urgente com a duplicação da BR 280

É necessário que o mal realizado nos anos trinta seja reparado, pois reflexos irreparáveis acontecerão se nenhuma medida for tomada. Com a reabertura haverá desassoreamento do canal do linguado, voltando os nossos linguados e a navegação no local, a limpeza da Baía Babitonga, da lagoa Saguaçu e do rio cachoeira em Joinville, e todo o nosso ecossistema ganhará com esta iniciativa que precisa ser feita já. Convocamos todos os defensores do meio ambiente da região para retormar esta campanha como o real foco pela preservação da Babitonga.

Canal do Linguado, reabertura já, porque ainda há tempo!

* Geovani Machado de Miranda é ambientalista e empresário em Joinville, há anos realizou uma campanha pela abertura do Linguado

 
 
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 A ausência de ideal!

          Amigos. Estas assembléias sobre a reivindicação do Piso Salarial para os professores, me lembram com saudosismo os embates na década de 70 e 80. Bancos atravessados nos corredores tentando conscientizar os colegas de lutarem pela liberdade de expressão, ideias, pensamentos, participações, enfim uma ideologia com paixão. O tempo passou e as gerações posteriores foram se auto-esvaziando de seus princípios de liberdade, igualdade e fraternidade. Mas ficamos nós, remanescentes desta época de grandes discussões e muitas vezes tratados como animais pelos governos atemporais. Entretanto, há no coração e intrínseco no conhecimento destas pessoas a luta pelos direitos sociais, e oxalá vemos tantos mais jovens compreendendo o que é ser um cidadão que goza plenamente de seus direitos e deveres, que tem liberdade, ideias que podem reformular paradigmas arcaicos. E isto amigos, infelizmente, como o povo é apolítico, só se consegue através da união de forças de pessoas como nós, comprometidas com uma educação pública, de qualidade e de acesso universal a todos. " Só esmorecem os fracos, os fortes são convictos de suas ações que é estendida a todos sem distinção. Um dia, estas pessoas serão livres do "cárcere do medo"". A luta tem que continuar, e o governo que nos deve, que devolva o que roubaram do povo catarinense através do FUNDEB.
        O impasse está nas mãos do governo pela sua incompetência (2,5 anos) para adequarem-se. Se não sabem gerir as contas públicas, nos procurem. Podemos ajudá-los, mas nos paguem antes o que nos devem.
        "Os poderosos poderão esmagar as rosas, mas não poderão deter o resplendor da primavera". Beijo no coração.
 
20 de junho de 2011
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Reflexão sobre o humano


 
          São 4:14 da manhã de 31/05.
          Tirei este fim de semana para refletir o que um governo inconsequente procura realizar visando o futuro dos filhos da terra! Olhei para o céu e vi que as estrelas brilhavam, olhei para a terra e percebi que estava firme, visualizei as pessoas e pressenti a volatividade delas. A minoria de professores ainda acreditando em conto de fadas e governantes incrédulos, incompetentes, inábeis para com a cousa pública. Creio que quando saem para congressos internacionais e seminários apreendem alguma coisa, mas na prática estou vendo que saem só gastar o erário público. Isto não tem jurisprudência para improbidade administrativa? Porque quando eu vou especializar-me, às minhas expensas, tenho que mostrar resultados práticos, senão é passível meu "rebaixamente" por decreto! Alguém do executivo catarinense, que entenda um pouco, poderia explicar-me? Afinal, certamente não é só eu que quero saber, mas a sociedade catarinense inteira. Mostrem um pouco de competência, é inadimissível que todos do governo sejam néscios, que não consigam resolver nada! Ou necessita de auditoria nas contas públicas (e precisa), que o TCE analisou do último exercício. Trabalhem em pról do povo catarinense. Todos do governo são bem pagos, e até demais, para não fazerem nada?
          Volto a inquirir: há jurisprudência para improbidade administrativa? Porque o estado está perdendo alguns milhões na produção de conhecimento e bens de capital! Uma análise unifocal!
 
31/05/2011 
 
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 Coerência

          Seria apropriado que o sr. Tebaldi voltasse à sua formação de ofício, pois mesmo tendo certa noção de construções, não consegue construir uma ponte para dialogar com os professores, ao contrário, nos trata como "peõs, oriea seca", como são alcunhados os trabalhadores sem formação na contrução civil. Não consegue nem "construir algum outro neologismo" para usar como escusa à sociedade catarinense. Convenhamos, lei não se discute, se cumpre. Será que não teve noção de Educação Moral e Cívica na época de seus estudos? Agora, arbitrariamente, usa do ranço que ainda resta da direita política neste país, enviando MP prá Alesc, e ainda há deputados que acham que isto é democracia! Que é natural e passível de ser discutido. Por favor, né?
          Espero que estes senhores lembrem-se que, para chegarem aonde estão passaram por bancos escolares, onde mesmo com o regime de exceção, havia "educação para a cidadania" nas aulas de EMC. Parafraseio o discurso da profª Amanda Gurgel e sugiro que estes senhores detentores de cargos eletivos e quantos "ivos" mais, façam a experiência de viver com R' 609,00, além de pagarem por especializações que o Estado se omite, não oferece.
          Tirem de suas pautas os teorismos baratos e partam para a ação que é pagar o que nos devem, e não vir com desculpas tentando jogar a população contra nós profissionais. Atitudes incoerentes demonstram o quanto são incompetentes muitas autoridades neste estado e neste país! Não aniquilem educacionalmente mais uma geração por vaidade. Sr. Colombo, se seus subordinados não sabem o que fazer, faça o sr., pois esta foi uma das suas bandeiras de ação antes das eleições governamentais. Trabalhem.
 
29/05/2011
 
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Sistema Educacional
 

         A paralisação nacional de 11/05 p.p. foi legítima. Mas, os professores tiveram que repor aula forçosamente dia 14/05, caso contrário, eram passíveis de ganhar falta mesmo estando amparados pelo art. 37 da Constituição Federal e a emenda 19 de 1998, e não foram pagos pelo dia trabalhado!

         Algumas indagações intrigantes: - Quem fez esta imposição esqueceu que as crianças e adolescentes tinham outras atividades sociais (grupo de jovens, catequese, escolinha de futebol, etc)? - Que não haveria merenda escolar neste dia? – Quem pode averiguar se os alunos tiveram que pagar o lanche recebido na escola (que houve!)? – Os discentes vieram só para joguinhos, jogar bola, baralho, ..., isto é pedagogicamente correto? - Há falta de políticas educacionais eficientes no estado de Santa Catarina? – O estado pagará este dia trabalhado a mais? – A docência é néscia..., ou o sistema educacional é caótico, ineficiente, falacioso?

       Os pais ou responsáveis deveriam saber da real situação escolar de seus filhos, pois está em jogo o futuro dos pupilos! Participe por uma escola pública gratuita, de qualidade, de direito e universal.

15 de maio de 2011
 
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Descumprimento “Legal”
 

         A Lei é óbvia: “A escola deve proporcionar aos alunos 800 h/a distribuídas ao longo de 200 dias letivos.” Porém, muitos estabelecimentos de ensino não têm estrutura física adequada, material didático, recursos humanos para executarem-na. Muitas escolas estão com turnos intermediários, insalubres, caindo aos pedaços, sendo interditadas, e o governo do estado de Santa Catarina age descabidamente, irresponsavelmente (não atende o mínimo necessário). O Estado maquia, mascara, manipula dados educacionais para a sociedade catarinense. Afirma que está tudo certinho, por exemplo: a merenda escolar é pífia, inapropriada ao consumo humano (vencida, putrefata,...). Faltam condições mínimas para termos uma escola pública gratuita, de qualidade, de direito e universal.

         Os professores, neste ínterim, se opõem a muitas ações governamentais, pois muitas não têm conteúdos pedagógicos essenciais, mas escusos ou politiqueiros, falaciosos. Estes mestres conhecedores das situações que são, mesmo sofrendo pressões e ameaças veladas de seus superiores não se calam, e mostram à sociedade o descaso com que seus filhos são tratados em muitos liceus... Onde estão sendo executados os planos de governo firmados antes das eleições? Quais os compromissos que os governantes têm com as gerações futuras? Os docentes além de “implorarem” a melhoria de algumas situações enumeradas acima, ainda têm que reivindicar o cumprimento da Lei chamada de Piso Salarial. Esta Lei Federal sancionada em 01/2008 não foi respeitada pelo governo LHS, e não é cumprida pelo governo Colombo, paradoxalmente, desdenham a classe docente atingindo a discente.

         Em última instância restou aos profissionais da educação a paralisação das aulas, para que a sociedade se sensibilize com a classe que instrui seus pupilos e compreenda que a luta é digna. Que não fique à mercê de informações contraditórias. Que seja solidária e cidadã. Só através da educação haverá a transformação social aspirada há tempos.
 15 de maio de 2011
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08 de março...

 

 

          Estamos em êxtase festivo do Yapóque ao Chuí. Dezenas de milhões investidos na grande festa popular brasileira que irá agradar e alegrar a todas as etnias desta nação, inclusive aos “importados” que nos saudarão em espécie! Todas as atenções e paixões estarão voltadas ao carnaval brasileiro. Ao fim dos desfiles alguns se alegrarão e outros chorarão, mas todos em uníssono bordão. Certamente 100% dos foliões, os comuns, os experts, os que lucram com a beleza feminina, com o turismo, e outras variantes da lucratividade que a figura feminina realça, verão somente o saldo bancário ao fim da festa.

          Infelizmente entre estes dias, não serão relembradas as heroínas, que século passado recusaram-se a submeter-se à escravidão imposta aos feudos da época, inseridas num modelo social pérvido e degradante, sendo dizimadas sumariamente. Foram imortalizadas pela ação insensível do homem troglodita da época, não obstante também, na contemporaneidade. Da ação desumana e irresponsável, nasceu uma data para relembrar-se destas mulheres, e com isto, estendidas à mulher contemporânea. Há, ainda, muita discriminação de gênero em todos os níveis e setores sociais, que habilmente estas portentosas pessoas vão galgando espaços únicos e indissociáveis para a formação do tecido social ético, altruísta, humano. Mulher amiga, amante, mãe, companheira, visionária, e tantos outros predicados que podemos atribuir-lhes. Único ser que de sua própria vida pode gerar outra. Poderíamos discorrer inúmeras laudas sobre esse ser maravilhoso, sensível, generoso, confiável, justo, que poderíamos nos perder através da história. Cabe-nos, humildemente, agradecer e felicitá-las por existirem, a todas, sem exceção, pela passagem e comemoração do dia INTERNACIONAL DA MULHER. Nosso muito obrigado.

 
 
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CONGRATULAÇÕES

 

 

Homenagem especial

Só para um dia comercial?

Amada, idolatrada, subjugada...

Sentenciada só para o uso,

Puro absurdo.

Isto não pode ser difuso!

                       

Mulher, nobre pela vida

Carregas nas feridas, muitas doídas,

Sua vida esquecida.

 

Há sensibilidade no ser,

Nas ações em corresponder!

 

Enalteça com emoção

O deleite do coração.

Mãe, amada, amante

O que se faz diferente?

 

Pujante pela existência,

Lembrança simples e singela.

De pessoa tão afetuosa

Da mulher em minha vivência!

 

Março/2011

 
 
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Poder desmedido

          Está cada vez mais assombroso ler jornais amigos. Toda vez que se lê as colunas sobre política, analistas, etc... e tal, entendemos quanta estultice um governante pode empreender, conforme os colunistas. Por exemplo: na escolha do tal 1º escalão do governo catarinense, vemos as discrepâncias em torno de prováveis nomes para responder por determinada secretaria. O critério é puramente de apaniguados politiqueiros. As promessas de campanha antes das eleições foram jogadas na lama. Vou ater-me a um só critério que foi aventado que era o perfil técnico. E comentarei sobre só uma secretaria, a de Educação, que é o cerne na formação cidadã, integral do ser humano.
          As especulações correm prá lá e prá cá, mas o prometido na campanha está acolá!
          A pessoa escolhida deveria ter formação técnica, quer dizer, que entendesse do assunto com conhecimento de causa. Ledo engano. Nada contra a pessoa do Sr. Marcos, mas fica uma pergunta: O futuro secretário, sr. Marcos, irá "construir" novas palavras, neologismos? A volta do anterior não é necessário, pois caso não relembrem, em 1991 chamou a classe de professores de levianos, mesmo assim conseguiu uma boquinha devido a tríplice! Prá continuar como está, é desnecessário. Onde está a descentralização? No banco dos réus? A autonomia da escola? Quanta mentira!
          A sociedade deve estar atenta e ser reivindicativa, pois estamos carecas de saber que é só através do conhecimento, da instrução, da Educação, é que poderemos tornar-nos uma nação pujante. Deixemos de lado a mesquinhez, participemos mais ativamente das decisões que dizem respeito a todos nós. Não aceitemos os "loteadores de vidas", pelo compadrio. Caso contrário, a cada eleição, num futuro bem próximo, haverá pura e simplesmente o loteamento de cargos na máquina pública e nós retrocederemos na qualidade da formação discente. Nossas crianças não merecem a irresponsabilidade dos adultos, elas serão filhas de seu tempo...
          Dai o poder, a quem dele sabe discernir, o correto, necessário, do errado. Fica o convite para apostarmos em nós mesmos, enquanto grupo social.
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VAGAS ABERTAS!
 
          É pura brincadeira caros pais, o que os "doutos" na educação em Santa Catarina querem fazer: negar a possibilidade de apreensão de conhecimentos de quase 75.000 crianças. Queimar etapas do ensino-aprendizagem que refletirão futuramente na vida dessas crianças de forma equivocada e inescrupulosa. Isto, inclusive, atenta ao ECA. Onde estão as instituições defensoras dos impúberes em seus direitos?
          Além de inusitada, para mim, são inaceitáveis as desculpas que os representantes do Estado proferem em relação aos fatos. Esta situação demonstra o quão estão preparados os gestores da educação catarinense, ou então, não têm formação cabível para desempenhar a função. Agora para resolverem a questão "passam por decreto" os alunos. Tem cabimento? Gostaria de convidar alguns(as) dessas pessoas para descerem num chão de sala de aula e lecionarem as matérias, visto que em gabinetes é fácil de resolver o imbróglio! Será que em 14 anos da feitura da LDB, ninguém conseguiu enxergar além de 04 anos de governo? Passaram-se quase 04 equipes de ensino de governos sem competência, entendimento da práxis-pedagógica na legalidade? Essas crianças serão os semi-semi-analfabetos funcionais futuros? Fique um ano sem nutrir teu corpo sem nutrientes diversos prá ver se sobrevive!
          Esta é a educação de qualidade que aguentaremos por 12 anos em SC!? Por todo o estado de Santa Catarina...... sem mencionar a valoração do profissional do magistério, dormente nos escaninhos do STF, por falta de competência e habilidade dos governantes!!!!!!!
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Prossecuções

           É indescritível caros amigos as programaçãos de governo expostas pelos dois candidatos à presidência em 2010. Já presenciei campanhas com "essência", mas esta, excusem-me por não ter predicados. Creio estarem brincando com a inteligência, percepção, sensibilidade do povo brasileiro. Ou estão sendo mal assessorados, ou de fato, não têm programa de governo algum para a comunidade brasileira.
         Dos embates que assisti não achei evidências concretas de programas que assistam às necessidades primeiras do povo, principalmente do trabalhador e dos menos assistidos, e que venham a alavancar o país como uma nação próspera. O que vi e ouvi, foram ataques pessoais, ofensivos, das duas partes. Um se diz exilado pelo regime de exceção, presidido a UNE (que nunca apoiou a direita), lutado pela liberdade, entretanto, é algoz do espúrio do capital! Inicia um governo e deixa-o pela metade.....! Outro se diz guerrilheira de outrora, que também lutou contra o regime em favor da liberdade e da paz. No entanto, as promessas de ambos são idênticas, só mudam o interesse e o endereço partidário. Haja visto que Serra, que se disse de esquerda foi prá direita! E Dilma, que também se diz de esquerda, apóia o capital especulativo, indo à direita!
          Cazuza, na década de 80, cantava e pedia: "Ideologia, eu quero uma prá viver...." E tantos outros ícones da vanguarda cultural, que seria insensato nominar a todos, pois poderia esquecer algum. Ainda temos cabeças pensantes na atualidade, só que são ofuscadas pela mídia por suas idéias e ideais!
          Não vislumbro nada de sério nestes programas de governos, mas sim a busca insana pelo poder a todo custo. Evidenciam a honra, a dignidade da família brasileira, que deveria ser intocável pela magnitude que perpassa à sociedade. Urge que tenhamos políticos íntegros de ilibada conduta, caso contrário, a derrocada à infâmia se internalizará no consciente coletivo, que poderá, na pior das hipóteses usar o dito "olho por olho, dente por dente".
          Devemos informar às próximas gerações que não procurem passar pela "porta larga", isto poderá custar-lhes o futuro que tornar-se-ia irremediável.
 
 
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Ensaio sobre escola pública gratuita e de qualidade
 
 
          A convivência democrática escolar é um processo de coexistência igualitária, que é baseada na tolerância, no respeito aos direitos humanos e à cidadania, onde procura-se neutralizar os preconceitos e discriminações relativos aos chamados diferentes, valorizando a identidade nacional e o pluralismo étnico. A escola, como organização institucional, deve agregar com pacificidade a integração  da comunidade com a plêiade de conhecimentos, muito embora haja interesses escusos ao dinamismo do saber escolar, no tocante ao empirismo trazido pelos discentes. Ideologias e doutrinas individuais que muitas vezes são deveras irrelevantes à formação e informação ao grupo com que se trabalha, interferindo na criação de espaços que não democratizam à participação comunitária.
          A valorização cultural-regional é pertinente, pois oportuniza o acesso a outros grupos com identidade científica-cultural diferentes, estimulando outras formas de expressão linguística, conhecimentos históricos-cintíficos-culturais, sempre precavendo a autonomia moral e intelectual discente para que tenha criticidade e elabore a partir do que sabe, outros conhecimentos. Nesse ambiente propiciado, certamente, o aluno não sofrerá exclusão pedagógica, vulnerabilidade, desamparo, pois haverá a orientação e ajuda para que possa desenvolver suas competências e habilidades. O ambiente escolar deve estar sempre se auto-renovando em sua práxis-pedagógica, pois assim, o envolvimento da escola e comunidade, sem reservas, trará às novas gerações uma leitura de mundo mais ampla e completa. Quando todos os envolvidos, sem distinção, dispuserem de um tempo mínimo para ajudar à implementação do que, como, e o que trabalhar, para que os alunos se desenvolvam como pessoas idôneas, o processo de auto-conhecimento formativo estará solidificado e estará sempre se renovando. O compartilhar de ideias e opiniões pelas equipes profissionais, conselhos ou colegiados, parceiros de entidades públicas e/ou privadas, familiares de alunos, são muito importantes para a tomada de decisões que irão refletir na formação cidadã do educando.
          A relação da convivência democrática com os propósitos da educação, ressaltam os aspectos significativos e qualitativos na construção do Projeto Político Pedagógico. Envolvendo a comunidade como co-partícipe nas ações na escola norteia-se a conduta e a postura que devem ser orientadas e dispensadas às crianças e aos adolescentes, conforme estabelecido no ECA, onde apreendem os princípios e preceitos ao convívio democrático.
          A proposta de gerenciamento cooperativo vem ao encontro da formação e informação humana, elevando o senso de democracia, respeito e valorização da pessoa, com imparcialidade, desvinculados de interesses impróprios à educação, que muitas vezes são voltados somente à cadeia de produção e consumo de bens capitais, e nada de cultura.
 
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Pecar por fazer, e a sabedoria do esperar 

      No tema de hoje pode parecer que as idéias se contrapõem, mas não é bem assim. A vida tem me ensinado que eles se complementam, portanto, os convido a refletirmos juntos sobre isso. Eu sempre tive um perfil que o “fazer” é inato: ir em busca do que se quer, transformar sonhos em realidade, agir, agir, agir... Eu continuo valorizando este aspecto. As pessoas que trabalham diretamente comigo sempre recebem uma orientação: “Erre por fazer e não por deixar de fazer”. Isso vem dando certo, e arestas vão sendo aparadas e corrigidas sempre que necessário. Portanto, se você simplesmente não fizer nada, o sucesso que deseja bate a sua porta? Se você não aproveitar as oportunidades elas continuarão a surgir? Até quando?

     É nesse ponto que quero entrar com o “esperar”.

     Tudo tem o tempo certo de acontecer, e para mim, acredite, tem sido um aprendizado diário: ter a sabedoria de saber até onde as coisas estão em nossas mãos e o tempo que é necessário para elas acontecerem. É como querer um ovo cozido sem fazer a sua parte, que de forma simplificada é colocá-lo para ferver e esperar o tempo necessário para que ele fique pronto. Enquanto este ovo ferve e cozinha não há nada que você possa fazer a não ser esperar e até em algumas vezes ainda irá encontrá-lo rachado, não é mesmo?  Assim é a vida, devemos nos alinhar internamente, traçar metas e objetivos, trabalhar para que aconteçam e esperar o tempo certo; aprender a lidar com “frustrações”; reconhecer que há muitas coisas em nossas mãos, sem dúvida, mas que também há variáveis que não estão sob nosso controle e que precisaremos aprender a lidar com elas. E enfim, quando nos depararmos com algo assim, simplesmente devemos nos recolher e dizer SIM à vida tal qual ela é, como ela é, no tempo que ela é...No final tudo está certo e através disto aprender com as experiências e poder crescer a cada dia.

     Com o pouco que expus acima, seguem algumas perguntas para refletirmos:

     - Como você vê sua vida pessoal hoje?

     - Como você vê sua vida profissional hoje?

     - O que mais você pode fazer para melhorar um pouco estes aspectos da sua vida?

     - Você reconhece o que é importante para você hoje?

     - Como você tem lidado com frustrações?

     - Como você tem lidado com a espera?

     - O que tem aprendido com as “rachaduras” que tem encontrado no caminho?

     - O que você precisa para melhorar como ser humano?

     E aí vai uma importante dica: Vamos aprender a agir e esperar...

     Um abraço!

 
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Senado renovado?

          Lendo um artigo, passei a compreender o que o senador da República faz!!!  Atribuições pertinentes ao cargo, o poder de decisão sobre a cousa pública, a interferência e também a negligência em que pode incorrer. É funcionário público, e por demais remunerado, diga-se de passagem. Entretanto, não entendi o porquê que nenhum deles faz menção à Educação pública, gratuita e de qualidade ao povo catarinense, em suas plataformas de campanha! Ainda dois deles são os algozes do magistério catarinense, não acatando Lei Federal, debatida no Congresso, que é para onde irão se forem eleitos, que era o pagamento do Piso Salarial Nacional, que foram míseros R$ 950,00 (Lei Federal, sancionada pelo Luís Inácio!)!!! E ainda têm aquele palavrório prometendo o que não podem fazer.

          Fico estupefato e apreensivo indagando-me: Será que nenhum deles passou por um banco escolar? Será que nunca tiveram um professor que mostrou-lhes que o futuro é promissor? Será que não assimilaram o conhecimento que o ser humano tem mais valia?! Que somente através da reeducação social, perpassando pela escola, é que a violência devastadora atualmente, será debelada? Povo educado, não precisa da construção de presídios!!! E sim de escolas...... Que é na escola que aprendemos e compreendemos o ser social? O que esperar de pessoas com esta visão de futuro, se não fazem nem o presente?

           Eu ainda creio que “o sonho não acabou”, mas sem esses senhores e tantos outros equivocados.

           É acertar para não errar!

 
 
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 Bolsas caras?
 

          Quando atenho-me a este título com uma visão macroscópica de mundo, ou melhor, de Brasil,  intui-me ser um objeto de luxo que é buscado e está ao alcance de poucos apaniguados devido ao alto preço. Imagino um souvenier portentoso que ostente poder e riqueza. Por vezes jogada em um canto de uma mansão ou carro de luxo. Seria um pensamento insípido diante de todos os outros problemas que se poderia tentar resolver com ideias.

           Fazendo uma leitura macro-social da situação socioeconômica de milhares de brasileiros, penso nas ações governamentais, mais precisamente, o Bolsa Família, que retiram da vida indigna, desumana, milhões de brasileiros que não tinham nem mesmo alimento à mesa, neste nefasto modelo capitalista de produção seriada! Quando se tem a noção do que é fazer três refeições mínimas diárias, o básico para nutrir o corpo e a mente, faz-nos sentir mais humanos. Pessoas que até então, só eram nutridas pela Fé de dias melhores. Quase uma utopia contemporânea relativa ao modelo social imposto para a sobrevivência do trabalhador brasileiro. Algo que deixa-me entristecido e taciturno, é a hipocrisia usada pelos detentores de cargos eletivos que nada fazem para realmente haver uma revolução na repartição dos bens de produção e do bolo tributário, muito pesado aos ombros de quem não tem trabalho, muito menos salário, - esperança de se sentir útil! São muitos devaneios metódicos, projetos mirabolantes, e de concreto, real, quase nada!

           Na atualidade, muitas contradições nos números do miserável benefício assistido às pessoas necessitadas, que por conta disso se acham na obrigação de reverenciar seus algozes, do Iapóque ao Chuí, elevando-os a continuar a mentir, maquiarem números econômicos, esvaziar a auto-suficiência do cidadão, por conta da famigerada reeleição ou eleição para outro cargo, onde é passada uma procuração em branco para representar-nos nos diferentes níveis da administração pública.

           É tempo de renovação, só nos resta isto, ainda que imposto, em tentarmos descobrir  num saco de carangueijos qual seria o melhor, pois dentro do balaio todos são iguais!
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Agonia futura?


    É inenarrável caros leitores, o que assistimos, lemos, ouvimos e vemos. E a mídia paga, corrobora.
    O povo está inebriado pela plêiade, que não são estrelas, mas pedaços disformes vagando e que ofuscam a luz do Sol! E que poderão continuar a encerrar-nos na escuridão!...
    Estamos iniciando mais um pleito eletivo, onde aceitamos às tais costuras políticas-econômicas sem planos reais, ideológicos, honestos,..., em prol de uma gama de pessoas inescrupulosas com a causa pública.
    Caso você queira inteirar-se, procure informar-se sobre o magistério catarinense, por exemplo, que está sendo descosturado há anos pelos mesmos entes políticos que implorarão o seu voto outubro próximo. Em todo tipo de mídia é aventado aos quatro cantos do estado que a Educação vai bem, mas não vai bem, não. Os espaços físicos escolares estão sucateados, que, por conseguinte, fazem que os espaços do fazer pedagógico também sucumbam! A segurança humana que tínhamos, foi-nos arrancada. E o que está acontecendo? Professores(as) sendo agredidos(as) dentro do ambiente educacional, sem direito algum de defesa social. A práxis pedagógica é uma falácia contemporânea, porque o sistema necessita ser alimentado por números, e não produção de conhecimento. Neste últimos anos, os que se dizem defensores da educação, entraram com uma Adin contra o salário base da categoria. A Corte Suprema “não tem tempo” de julgar a ação e punir os detratores, levando-se em conta que é Lei Federal o piso do magistério, e Lei cumpre-se, porque já foi discutida!
      Eles estarão pedindo o seu apoio, para, quem sabe, surrupiar por mais alguns anos o erário publico. Pensemos juntos, e façamos uma Educação de qualidade. Isto é só um ponto!
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