Formação Acadêmica em História, Bacharel e Licenciado pela
Universidade do Contestado (UnC), campus Mafra-SC.
Pós-graduado em História Contemporânea pela Associação
Educacional Frei Nivaldo Liebel – FACULDADE de Ciências sociais aplicadas
(FACISA) – CELER Faculdades da cidade de Palmas-PR.
Há dez anos trabalhando na área de Comunicação, Eventos e
Cerimoniais.
Sem
citar filósofos, pensadores ou intelectuais que defendem e que explicitam
teorias, definições sobre o tema; a Liberdade do “Homem”, o qual sabemos que
esta liberdade no seu sentido amplo, literal magnânimo está no ato, no modo de
pensar; o pensar que nos remete a reflexão que estimula a cão. Pensar que tem
como significado no dicionário de Língua Portuguesa algumas acepções; como por
exemplo: (formar pensamentos, idéias, conceitos, etc.).
Nos
termos elencados pelo “Pai dos inteligentes” o que considero corretíssimo,
visto que, para alguns menos informados ainda persiste o pejorativo “Pai dos
burros”. O “pensar” enobrece, valoriza o “Homem”, não o homem do sexo
masculino, não o Homem másculo, viril, mas o “ser”. Qualidade nos dada pelo Criador,
predicado que nos coloca em superioridade sobre os demais seres terrenos.
Esta
oportunidade de estarmos aqui como seres humanos, nos faz ímpares, pois, o
“dom” recebido implica em nós uma responsabilidade constante quanto ao pensar,
refletir, discernir sobre qualquer fato, assunto ou tema e principalmente sobre
as atitudes que nos beneficiam ou nos prejudicam ou ainda quando procuramos
prejudicar nosso semelhante apenas por vaidade, caprichos, orgulho, cupidez
pessoal, sentimentos que nos corroem, degeneram, necrosam os valores da decência,
da virtude, a qual é preconizada por muitos senhores que se consideram os donos
da verdade e da liberdade de dizer e escrever o que bem lhes aprouver em
qualquer hora ou tempo sem se preocupar com os fins; como diz Maquiavel: “Os
fins justificam os meios”.
Todavia,
estamos atentos ao ataque desenfreado, estapafúrdio e até poderíamos dizer
estúpido a pessoa de nossa Mafra que almejam através do trabalho sério,
honesto, probo não escondendo seus objetivos de atingir metas em favor dos
mafrenses.
Porém,
esses “defensores”, dos fracos, oprimidos sem vez, voz e até papel para
escrever, enfim, os excluídos até mesmo pelos fornecedores de opinião que se
consideram estar acima do bem e do mal, nos deixam lisonjeados por sabermos que
alguém, se coloca a nossa disposição, zelando pelo nosso bem estar aqui em
Mafra.